retalhos

Tuesday, February 21, 2006

uril - cabo verde


uril
Originally uploaded by Ima.
peça a peça... a vida também é um jogo..

o sabor...

A vida não é só vida...
É um pouco lágrima.. um pouco paixão..

A vida não são só os dias que passam..
são os que perdes e os que ganhas..

A vida nem sequer é só tua..
É dos que te afastam e dos que te guardam no coração..

A vida é o que vês e o que sonhas....
São os minutos que desejas a mais e
os momentos que fizeste por esquecer...

São as coisas que não podes explicar
E as que consegues compreender...

A vida é um pouco gente e um pouco solidão..

A vida são todas as palavras que dás..
E todo o silêncio que guardas..

A vida sou eu hoje e eu amanhã....

A vida é tudo aquilo que recordas e que podes
Chamar teu....

voltar a escrever...

Ontem um amigo meu falava da sua vida de designer como esta fosse apenas ... fruto da vocação.. do percurso que escolheu.. sem mais nem menos, queria poder ter um interruptor para desligar e desligar o que corre mal .. e simplesmente passar à fase seguinte.. quase em jeito de "déjavu" lembrei-me durante instantes da quantidade de vezes que me apetece fazer "restart".. na minha vida, mas as respostas que lhe dei, serviram-me de lição a mim também.. e soube bem perceber que tenho caminhado em frente e construido a pouco e pouco, e um a um, os meus sonhos..
Para a semana faço 30 anos, nem sequer existe o meu dia no calendário, mas não me assusta esta entrada numa nova idade, antes pelo contrário.. tem sido desde o inicio do ano motivo para mudar uma série de coisas que queria corrigir... sinto-me em grande para te enfrentar, sim a ti - os 30! e por isso aqui estou a escrever, sem deixar espaço para deixas, mas tambem porque houve alhuém que me disse que a minha página não era actualizada à muito tempo... :)

“No dia em que comecei a escrever,
...nasci.
Um dia quando não poder mais ler ou escrever,
Quando não tiver o que dizer ou não precisar mais disto,
"morro"...
....no fim da ultima linha,
onde as palavras se esgotarem,
e não houver mais nada para respirar!...”